Um gateway de pagamento para marketplace precisa fazer três coisas que um gateway comum não faz: dividir cada pedido entre o lojista (seller) e a plataforma no momento do pagamento, cadastrar e verificar sellers sem fila manual, e devolver o dinheiro do comprador tirando a parte certa de cada um no estorno. O HeroPay faz a primeira e a terceira hoje, dentro da plataforma, para parceiros fixos por produto: o split de pagamentos é por percentual, soma 100%, incide sobre o líquido e vale em Pix, cartão e boleto, sem tarifa extra. O que o HeroPay ainda não tem é split por API, com cadastro de recebedor e regra criada pedido a pedido pelo seu código: a exposição do split por API está em evolução, sem data prometida. Se esse é o seu caso, esta página diz com clareza quando o HeroPay já basta, quando não basta e onde acompanhar a entrega.
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O essencial em 60 segundos
- O split do HeroPay está no ar hoje via plataforma HeroSpark, nos programas de coprodução e afiliação: você define os participantes e o percentual de cada um, e cada parte cai no saldo do dono.
- A regra é percentual sobre o líquido da venda (depois da tarifa), a soma dos percentuais fecha em exatamente 100% e existe um responsável por venda, que fica com a sobra de centavos.
- Não há tarifa pelo split: a venda paga Pix R$ 0, boleto R$ 0 ou cartão 3,49%, e o líquido é dividido. Num pedido de R$ 200 no Pix com comissão de 15%, a plataforma recebe R$ 30,00 e o seller R$ 170,00.
- No estorno, cada participante devolve a própria parte, e o estorno só é processado se o saldo de cada um cobrir o que ele deve devolver.
- A API v1 não tem endpoint de split, de cadastro de recebedor nem de onboarding de seller. Split por valor fixo também não existe. A exposição por API está em evolução, sem data.
- Para marketplace com catálogo curado e parceiros fixos (escola com instrutores, coletivo de criadores, loja de poucos fornecedores), o split de hoje já basta. Para marketplace aberto, com centenas de sellers entrando por conta própria, ainda não.
- O split por API é uma RFC pública, aberta para voto, na comunidade. Se o seu marketplace depende dela, conte o caso lá: é isso que define a ordem.
Quais são as 3 dores de pagamento de um marketplace?
Dor 1: dividir o pedido sem virar banco do seller
A dor em uma frase: sem split, o dinheiro inteiro do pedido cai na conta do marketplace, que vira responsável por guardar e repassar a parte do seller, e ainda fatura sobre um valor que não é dele.
A feature que resolve: o split de pagamentos divide a venda na liquidação. A parte do seller nasce no saldo do seller; a comissão da plataforma nasce no saldo da plataforma. Ninguém repassa nada, e cada um emite nota sobre o que recebeu.
A conta em reais. Pedido de R$ 200 com comissão de 15% para a plataforma:
| Etapa | Pix | Cartão |
|---|---|---|
| Pedido | R$ 200,00 | R$ 200,00 |
| Tarifa HeroPay | R$ 0,00 | R$ 6,98 (3,49%) |
| Líquido a dividir | R$ 200,00 | R$ 193,02 |
| Plataforma (15% do líquido) | R$ 30,00 | R$ 28,95 |
| Seller (85% do líquido) | R$ 170,00 | R$ 164,07 |
Tarifas conforme a tabela de preços, verificado em setembro/2026.
O efeito fiscal é o que mais pesa no fim do ano. Um marketplace com R$ 100 mil de pedidos por mês e comissão de 15% que recebe tudo e repassa depois aparece com R$ 100 mil de entrada no mês; com split, a entrada dele é a comissão, perto de R$ 15 mil. É essa diferença que decide faixa do Simples Nacional e teto de MEI (confirme o enquadramento com seu contador; o detalhe está no guia de split para marketplaces).
Limite honesto: o split de hoje é configurado por produto ou oferta, com parceiros fixos. Ele não recebe uma regra nova a cada pedido vinda do seu código, e não aceita comissão em valor fixo (R$ 10 por pedido, por exemplo). Se a sua comissão é fixa, ela precisa ser convertida em percentual por oferta.
Dor 2: colocar seller para vender sem onboarding manual
A dor em uma frase: cada seller novo precisa de conta recebedora, verificação de documento e chave de saque, e fazer isso por planilha e e-mail trava o crescimento do marketplace.
O que existe hoje: no HeroPay, cada participante do split tem a própria conta, criada em modo self-service pelo próprio participante. A chave Pix de saque é cadastrada pela API (POST /financial/pix_accounts) e passa por verificação: o status sai de waiting para approved ou disapproved, e a chave precisa estar no mesmo CPF ou CNPJ do titular. Isso é onboarding do próprio seller, na conta dele, não da plataforma em nome do seller.
O que não existe: endpoint para o marketplace criar a conta do seller, enviar documentos de verificação (KYC) em nome dele ou consultar o saldo de cada seller a partir da conta da plataforma. O cadastro de recebedor pela API está em evolução, sem data.
A conta em reais. Não há tarifa de abertura de conta nem mensalidade por seller: um marketplace com 30 sellers ativos paga R$ 0 de custo fixo de conta. O custo do onboarding hoje é operacional (cada seller cria a própria conta), não financeiro. Para 30 sellers fixos, isso é uma tarde. Para 300 sellers por mês entrando sozinhos, é o motivo para esperar o split por API ou usar outro gateway agora.
Dor 3: estornar sem deixar o prejuízo no colo da plataforma
A dor em uma frase: quando o comprador pede o dinheiro de volta, o marketplace precisa devolver o valor inteiro, mas a maior parte já está no saldo do seller, que pode ter sacado tudo.
A feature que resolve: no split do HeroPay, o estorno é rateado pela mesma regra da venda. Cada participante devolve a própria parte, e o estorno é validado contra o saldo de todos os envolvidos antes de ser processado. A plataforma não banca a parte do seller.
A conta em reais. Estorno do pedido de R$ 200 no Pix com 15% de comissão: o seller devolve R$ 170,00 e a plataforma devolve R$ 30,00. Se o seller tiver só R$ 90 de saldo, o estorno não é processado até o saldo dele cobrir os R$ 170. Por isso o contrato com o seller deve prever o que acontece em reembolso e quanto ele precisa manter de saldo, principalmente se ele saca tudo assim que o dinheiro libera.
O estorno em si é uma chamada à API:
curl -X POST "https://api.beta.heropay.tech/refund" \
-H "Authorization: Bearer $HEROPAY_JWT_TOKEN" \
-H "Accept: application/vnd.herospark.com; version=1" \
-H "Content-Type: application/json" \
-d '{ "refund": { "payment_id": 64113 } }'Trecho da resposta 201 (exemplo da OpenAPI v1):
{
"data": {
"id": 64113,
"status": "refund_analyzing",
"price_cents": 40000,
"total_paid_by_buyer": 48000,
"net_value_cents": 36740,
"total_fees_cents": 3260,
"refund_limit_date": "2025-09-17T14:01:52.159-03:00",
"refund_request_at": "2025-08-29T04:01:20.939-03:00"
}
}O pedido de estorno volta como refund_analyzing, e o seu sistema fica sabendo da conclusão pelo webhook refunded. Três regras da v1: não dá para estornar duas vezes, é preciso ter saldo, e existe prazo limite por método (no Pix, até 90 dias; confira o refund_limit_date). Chargeback é outro caminho, disparado pela operadora, e chega pelo webhook chargeback_request; a tarifa de chargeback está na central de ajuda (ajuda.herospark.com). Deixe no contrato com o seller como ele participa de uma contestação.
O HeroPay serve para o meu marketplace?
Depende de como o seu marketplace divide dinheiro. Três formatos, três respostas:
| Formato do marketplace | O HeroPay atende hoje? | Como |
|---|---|---|
| Catálogo curado com parceiros fixos (escola com 10 instrutores, coletivo de criadores, clube com sócios) | Sim | Split de coprodução por produto: cada instrutor ou sócio com o seu percentual, sem código |
| Rede de divulgadores (afiliados que indicam e recebem comissão por venda) | Sim | Programa de afiliação com atribuição por primeiro ou último clique |
| Cada seller com conta própria, comissão cobrada à parte | Sim, sem split | O seller vende pela conta dele; a plataforma cobra a comissão ou mensalidade do seller por link de pagamento recorrente. Funciona, mas a comissão não é retida na fonte |
| Marketplace aberto (centenas de sellers, regra de split por pedido via API, onboarding automático) | Ainda não | Depende de split por API e cadastro de recebedor, em evolução e sem data |
Um ponto que evita um desenho errado: o HeroPay não serve para o marketplace receber tudo e repassar por saque. O saque vai para a chave Pix do próprio titular da conta, no mesmo CPF ou CNPJ, e não para a chave de terceiros. Além disso, é exatamente o modelo que infla o seu faturamento. Se você não pode usar o split, use o formato "cada seller com conta própria".
A configuração de coprodução e afiliação, hoje, é feita na plataforma HeroSpark.
Arquitetura típica: como um marketplace pluga no HeroPay hoje
Para o formato de catálogo curado, que é o que o HeroPay atende inteiro hoje:
- Plataforma HeroSpark: configure o produto e os parceiros. Cada produto ou oferta tem os seus participantes e percentuais. Isso é feito uma vez, não por pedido.
- API: gere o link de cada oferta.
POST /payment_linkscria o checkout com Pix, cartão em até 12x e boleto. Use o parâmetrosrcpara marcar a origem de cada venda (?src=vitrine,?src=instrutor-ana), que volta no campocart.srcde todo webhook. Detalhes em /link-de-pagamento. - Webhook: libere o pedido pelo evento.
spark_payment_confirmeddiz que o pedido foi pago;refundedechargeback_requestdizem que precisa revogar. Os eventos chegam assinados no headerX-HeroPay-Signature(HMAC SHA-256 do corpo bruto) com retry automático. Confie no evento, não no polling. Veja /webhooks. - Relatórios: concilie pela API.
GET /reports/transaction/paid/revenue_by_offerdá a receita por oferta;GET /reports/transaction/refunded/full_reportdá os estornos e chargebacks. Cada participante do split enxerga as próprias vendas na própria conta. - Saldo e saque: cada um no seu. Cada participante consulta
GET /financial/balancee saca pela própria conta. O marketplace não toca no dinheiro do seller.
O que falta nesse desenho para um marketplace aberto: um passo zero ("crie o recebedor pela API") e um campo de regra de split no passo 2. As duas coisas são a RFC de split por API na comunidade.
Mini-case: uma escola com instrutores parceiros
Uma escola online de fotografia vende cursos de oito instrutores. Cada curso tem um dono (o instrutor) e a escola fica com uma comissão pela vitrine, pelo tráfego e pelo atendimento.
A escola configura cada curso como um produto com coprodução: o instrutor com o percentual dele, a escola com o dela, somando 100%. Ela gera um link por curso pela API e marca a origem com src para saber se a venda veio da vitrine ou do Instagram do instrutor. Quando uma aluna compra no Pix, a tarifa é R$ 0 e o líquido inteiro é dividido na hora: a parte do instrutor aparece no saldo dele, a da escola no dela. O webhook spark_payment_confirmed chega no sistema da escola, que libera o acesso.
Um mês depois, uma aluna pede reembolso dentro da garantia. A escola chama POST /refund; o instrutor devolve a parte dele e a escola a dela, na mesma proporção da venda. No fim do mês, cada instrutor emite nota sobre o que recebeu e a escola sobre a comissão. Ninguém montou planilha de repasse.
Agora a escola quer abrir a vitrine para qualquer fotógrafo se cadastrar sozinho e vender. Aqui o HeroPay de hoje para: não há endpoint para criar o recebedor nem para mandar a regra por pedido. A escola vota na RFC de split por API na comunidade e, se não puder esperar, compara as opções em /melhores-gateways-de-pagamento.
O que o marketplace usa do HeroPay
| Necessidade do marketplace | Recurso do HeroPay | Status |
|---|---|---|
| Dividir o pedido entre seller e plataforma | Split de pagamentos por percentual, sobre o líquido | No ar, via plataforma |
| Comissão de divulgadores | Programa de afiliação, atribuição por primeiro ou último clique | No ar, via plataforma |
| Split criado por pedido pelo seu código | Split por API | Em evolução, sem data |
| Comissão em valor fixo por pedido | Split por valor fixo | Não existe |
| Cadastro e verificação de seller pela plataforma | Cadastro de recebedor com KYC | Em evolução, sem data |
| Checkout do pedido | Link de pagamento e checkout hospedado com Pix, cartão até 12x e boleto | No ar |
| Pedido recorrente (assinatura de caixa, plano do seller) | Assinaturas com cartão, boleto e Pix Automático | No ar |
| Estorno rateado | POST /refund + regra de estorno por participante do split | No ar |
| Aviso de pago, estornado, contestado | Webhooks com HMAC e retry | No ar |
| Conciliação | Relatórios por oferta, estornos e recusadas pela API | No ar |
| Seller saca o próprio dinheiro | Saldo e saque na conta de cada participante | No ar |
Como outros gateways atendem marketplace
Se você precisa de split por API hoje, estas são as opções que documentam isso. Verificado em setembro/2026 nas documentações oficiais.
| HeroPay | Asaas | Pagar.me | iugu | Stripe | |
|---|---|---|---|---|---|
| Split por API | Não (em evolução) | Sim | Sim | Sim (plano Marketplace) | Sim (Connect) |
| Split por percentual | Sim, via plataforma | Sim | Sim | Sim | Sim |
| Split por valor fixo | Não | Sim | Sim | Sim | Sim |
| Contas de seller criadas pela plataforma | Não | Sim (subcontas) | Sim (recebedores) | Sim (subcontas) | Sim (contas conectadas) |
| Coprodução e afiliados prontos, sem código | Sim | Não (você modela) | Não (você modela) | Não (você modela) | Não (você modela) |
| Pix e boleto sem tarifa | Sim (R$ 0) | Não (R$ 1,99) | Sob consulta | Sob consulta | Não |
Fontes: Asaas, split · Asaas, preços · Pagar.me, split · iugu, split · Stripe Connect, contas conectadas · Stripe, preços Brasil. Stripe Pix: 1,19% e só por convite; boleto R$ 3,45. Pagar.me e iugu não publicam tabela aberta.
Onde os outros são melhores hoje: marketplace aberto, com sellers criados por API, regra de split por pedido e comissão fixa. Asaas, Pagar.me, iugu e Stripe entregam isso e o HeroPay não. Onde o HeroPay é melhor: marketplace de catálogo curado e de produto digital, em que coprodução e afiliados já vêm prontos, o estorno já é rateado e Pix e boleto custam R$ 0 para todo mundo que divide a venda. A comparação completa com o Asaas está em /comparativos/asaas-vs-heropay.
Perguntas frequentes sobre pagamento para marketplace
O HeroPay tem split de pagamento para marketplace?
Tem split, com uma condição importante. O split do HeroPay está no ar via plataforma HeroSpark, nos programas de coprodução e afiliação: cada produto ou oferta tem participantes fixos com percentual, a soma fecha em 100% e cada parte cai no saldo do dono, em Pix, cartão e boleto. Isso atende marketplace de catálogo curado, como escola com instrutores parceiros. O que ainda não existe é split por API, com regra criada pedido a pedido pelo seu código e cadastro de recebedor. Esse item é uma RFC pública na comunidade, sem data prometida.
Qual gateway de pagamento usar para marketplace no Brasil?
Depende do formato. Para marketplace aberto, com muitos sellers entrando sozinhos e split por pedido via API, hoje as opções que documentam isso são Asaas, Pagar.me, iugu e Stripe Connect. Para marketplace de produto digital com parceiros fixos, o HeroPay atende sem código, com coprodução e afiliados prontos, estorno rateado e Pix e boleto a R$ 0. Se você está desenhando agora e não sabe em qual dos dois vai cair, valide o fluxo no sandbox gratuito e compare em /melhores-gateways-de-pagamento.
Como funciona o split no pedido de um marketplace?
O comprador paga uma vez. A tarifa sai primeiro e o valor líquido é dividido pelos percentuais da regra: no HeroPay, num pedido de R$ 200 no cartão com 15% de comissão, a tarifa é R$ 6,98, o líquido R$ 193,02, a plataforma recebe R$ 28,95 e o seller R$ 164,07. No Pix, a tarifa é R$ 0 e a divisão é R$ 30,00 e R$ 170,00. Cada parte nasce no saldo do participante, que saca pela própria conta. Há sempre um responsável pela venda, que fica com a sobra de centavos.
Como fazer o onboarding de sellers no HeroPay?
Hoje, cada seller cria a própria conta, em modo self-service, e cadastra a chave Pix de saque, que passa por verificação e precisa estar no mesmo CPF ou CNPJ do titular. Não existe endpoint para o marketplace criar a conta do seller ou enviar documentos em nome dele. Para poucos parceiros fixos, isso resolve em uma tarde. Para centenas de sellers entrando por conta própria, falta o cadastro de recebedor por API, que está em evolução, sem data.
O que acontece com o split quando o comprador pede estorno?
Cada participante devolve a própria parte, na mesma proporção da venda. O estorno é validado contra o saldo de todos os envolvidos: se o seller não tiver saldo para cobrir a parte dele, o estorno não é processado até que tenha. Isso protege a plataforma de bancar a parte do seller, mas exige contrato: combine com cada seller quanto ele precisa manter de saldo durante a garantia. O estorno é pedido por POST /refund e a conclusão chega pelo webhook refunded.
Dá para cobrar comissão fixa por pedido no marketplace?
Não pelo split do HeroPay hoje. As regras são sempre percentuais, com soma exata de 100%. Se a sua comissão é de R$ 10 por pedido, você precisa convertê-la em percentual por oferta (num produto de R$ 200, 5%) ou cobrar a comissão do seller à parte, por link de pagamento recorrente. Asaas, Pagar.me, iugu e Stripe documentam split por valor fixo na API, o que pode ser decisivo se a sua comissão varia por pedido e não por produto.
O marketplace pode receber tudo e repassar para o seller pelo HeroPay?
Não é o desenho recomendado, e a API não ajuda a fazê-lo. O saque do HeroPay vai para a chave Pix do próprio titular da conta, no mesmo CPF ou CNPJ, e não para chaves de terceiros. Além disso, receber tudo e repassar faz o faturamento do marketplace aparecer inflado: com R$ 100 mil de pedidos e 15% de comissão, você fatura R$ 100 mil em vez de perto de R$ 15 mil. Use o split para parceiros fixos ou o formato em que cada seller vende pela própria conta.
O split tem custo extra no HeroPay?
Não. O split não tem tarifa própria: cada pedido paga a tarifa normal (Pix R$ 0, boleto R$ 0, cartão 3,49% por transação aprovada, em até 12x) e o líquido é dividido. A tarifa é rateada entre os participantes na mesma proporção da divisão, para que o relatório e a nota de cada um reflitam a parte dele. Também não há mensalidade, taxa de ativação ou custo por seller. Tabela completa em /precos.
Quando o HeroPay vai ter split por API?
Não há data prometida. O split por API é uma RFC pública, aberta para voto, no canal de roadmap da comunidade HeroPay, com o desenho proposto: cadastro de recebedor, regra de split por cobrança no POST /payment_links e webhook com a parte de cada recebedor. O voto conta, mas o caso de uso conta mais: "marketplace de 40 lojistas que sobe em novembro" pesa mais que dez reações sem contexto. O status oficial muda no changelog da documentação antes de mudar em qualquer página.
Split de marketplace é o mesmo que o split payment da reforma tributária?
Não. O split de pagamento comercial divide o pedido entre seller e plataforma. O split payment da reforma tributária retém a CBS e o IBS no momento do pagamento e envia direto ao fisco. Marketplaces estão entre os mais afetados pela reforma, e os dois mecanismos devem coexistir na mesma venda, mas resolvem problemas diferentes. O calendário do split payment tributário vem sendo revisado; o resumo com fonte está na página de split de pagamentos.
Comece pelo que já funciona
Crie a conta, monte um produto com dois parceiros e faça um pedido e um estorno no sandbox. Em uma hora você sabe se o split de hoje resolve o seu marketplace. Se não resolver, conte o caso na RFC de split por API.
