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Carteira e checkout para aplicativos: cobre no app sem entregar 30% quando a regra permite

Cobre no seu app com Pix a R$ 0, Apple Pay e Google Pay. As regras de Apple e Google para pagamento externo no Brasil em 2026, a conta em reais e a arquitetura.

Checkout do HeroPay nas versões mobile e desktop, com os métodos cartão, Pix, boleto e dois cartões, order bump e cupom aplicado com sucesso

Um aplicativo pode cobrar com um gateway próprio, fora da compra dentro do app das lojas, em dois casos: quando vende bem físico ou serviço consumido fora do app (delivery, agendamento, aula individual, ingresso), o que Apple e Google exigem que seja cobrado fora do sistema delas; e, para bem digital no iPhone no Brasil, desde 18 de junho de 2026, quando a Apple passou a permitir, por acordo com o Cade, oferta com link para compra no site, com comissão de 15% (10% para pequenas empresas). No HeroPay, o app abre um link de pagamento no navegador, o comprador paga com Pix, cartão em até 12x, Apple Pay ou Google Pay, e o webhook avisa o seu servidor, que libera no app. Pix custa R$ 0 por transação. O que continua proibido, e esta página detalha, é vender bem digital no Android no Brasil fora do faturamento do Google Play sem o programa de escolha, e no iPhone fora do Brasil e dos EUA sem a compra da Apple.

Resumo

O essencial em 60 segundos

  • Bem físico ou serviço fora do app (comida, corrida, consulta, aula 1:1, ingresso): Apple e Google exigem cobrança fora do sistema delas. Não há comissão de loja; você paga só o gateway. Pix no HeroPay: R$ 0.
  • Bem digital no iPhone, Brasil, iOS 26.5 ou superior (desde 18/jun/2026): o app pode levar o usuário a comprar no seu site. A Apple cobra 15% sobre vendas feitas até 7 dias depois do toque no link, ou 10% para o Programa para Pequenas Empresas e assinaturas depois do primeiro ano. Na compra dentro do app, a comissão no Brasil caiu para 21% + 5% de processamento.
  • Bem digital no iPhone, EUA: links externos sem comissão por ordem judicial vigente, com o caso Apple v. Epic na Suprema Corte (nº 25-1311). Fora de Brasil, EUA e União Europeia, bem digital continua exigindo a compra da Apple.
  • Bem digital no Android, Brasil: o Google Play exige o faturamento dele. O programa de escolha do usuário permite um sistema alternativo ao lado do Google Play (apps que não são jogos), com 4 pontos a menos de taxa. Link para compra externa ainda não está disponível no Brasil.
  • Arquitetura: app chama o seu servidor, que cria a cobrança com POST /payment_links; o app abre a URL no navegador; o webhook spark_payment_confirmed chega no seu servidor, que manda um push e libera no app.
  • Taxas HeroPay: Pix R$ 0, boleto R$ 0, cartão 3,49% por transação aprovada, em até 12x, com Apple Pay e Google Pay no checkout.
  • O que o HeroPay não tem: SDK nativo de iOS ou Android e gestão de compra dentro do app das lojas. A integração é pela API REST, chamada do seu servidor.

Regras verificadas em 23 de setembro de 2026 nas fontes oficiais citadas em cada seção. Esta página não é orientação jurídica: confirme a regra vigente da sua categoria antes de submeter o app.

Posso fugir da taxa de 30% das lojas de aplicativos?

A dor em uma frase: a loja fica com até 30% de cada venda digital, e a regra de quando dá para cobrar por fora mudou três vezes entre 2025 e 2026, em países diferentes, com taxas diferentes.

A resposta depende de três perguntas: o que você vende, em que loja, e para usuários de que país.

O que as lojas cobram e o que permitem, por cenário

CenárioPode cobrar fora da loja?Comissão da lojaFonte
Bem físico ou serviço consumido fora do app (iOS e Android, qualquer país)Sim, e é obrigatório0%Apple 3.1.3(e), Google Play Pagamentos
Serviço ao vivo de pessoa para pessoa, 1 para 1 (iOS)Sim0%Apple 3.1.3(d)
Bem digital, iPhone, Brasil, compra da AppleNão se aplica21% + 5% de processamento (10% + 5% no Programa para Pequenas Empresas e em assinatura após o 1º ano)Apple, mudanças no iOS no Brasil
Bem digital, iPhone, Brasil, link para comprar no siteSim, iOS 26.5+15% sobre vendas até 7 dias após o toque (10% para pequenas empresas e assinatura após o 1º ano)Apple, mudanças no iOS no Brasil
Bem digital, iPhone, Brasil, processador alternativo dentro do appSim, com a compra da Apple apresentada ao lado21% (10% para pequenas empresas)Apple, mudanças no iOS no Brasil
Bem digital, iPhone, EUA, link externoSim0% enquanto vigorar a ordem judicialApple 3.1.1(a), Apple v. Epic, nº 25-1311
Bem digital, iPhone, outros países (fora de Brasil, EUA e UE)Não30% (15% no Programa para Pequenas Empresas)Apple 3.1.1, Programa para Pequenas Empresas
Bem digital, Android, Brasil, faturamento do Google PlayNão se aplicaTabela padrão do Google PlayTaxas de serviço do Google Play
Bem digital, Android, Brasil, faturamento alternativo ao lado do Google PlaySim, apps que não são jogos, inscritos no programaTaxa de serviço com 4 pontos a menosFaturamento por escolha do usuário
Bem digital, Android, Brasil, link para compra externaNão disponível no BrasilNão se aplicaPrograma de escolha de faturamento

Verificado em 23/set/2026. Regras de loja mudam rápido, e o caso na Suprema Corte dos EUA e a implantação da nova estrutura do Google no Brasil seguem em curso: antes de submeter o app, confira a fonte oficial de cada linha.

O que mudou e quando (linha do tempo curta):

  • 30/abr/2025, EUA: ordem judicial no caso Epic v. Apple obriga a Apple a permitir links e botões para compra externa sem comissão no storefront americano. Em dezembro de 2025, o Tribunal do 9º Circuito manteve a condenação, mas abriu espaço para uma comissão "razoável" ligada a custos, a ser fixada pela primeira instância; em 29/abr/2026, determinou que os links sigam sem comissão enquanto isso. A Apple levou o caso à Suprema Corte e apresentou suas razões em 14/set/2026 (Courthouse News, Oyez).
  • Dez/2025, Brasil: o Cade homologa o acordo (TCC) com a Apple (Cade).
  • 18/jun/2026, Brasil: com o iOS 26.5, a Apple libera no Brasil lojas alternativas, processador de pagamento alternativo dentro do app e oferta com link para compra no site, com a tabela de comissões acima (Apple Newsroom).
  • 4/mar/2026, Google, global: anúncio de nova estrutura, com taxa de serviço de 20% na compra dentro do app e liberdade para faturamento próprio ou link para o site, implantada até 30/jun/2026 em EUA, Reino Unido e Espaço Econômico Europeu e até 30/set/2027 no resto do mundo, incluindo o Brasil. As taxas específicas para o Brasil não foram divulgadas (Mobile Time, Android Developers Blog, 24/jun/2026).

A feature que resolve: para tudo o que pode ser cobrado fora da loja, o checkout do HeroPay aberto a partir do app, com Pix a R$ 0, cartão em até 12x, Apple Pay e Google Pay, e o webhook que confirma no servidor. Você não mantém formulário de cartão dentro do app.

A conta em reais. Uma assinatura digital de R$ 29,90 por mês, vendida no iPhone para usuários no Brasil (iOS 26.5+), por caminho:

Assinatura de R$ 29,90/mês no iPhone, BrasilDesenvolvedor padrãoPrograma para Pequenas Empresas
Compra da Apple (21% + 5%, ou 10% + 5%)R$ 7,77R$ 4,49
Link para o site + Pix no HeroPay (15%, ou 10%, + R$ 0)R$ 4,49R$ 2,99
Link para o site + cartão no HeroPay (15%, ou 10%, + 3,49%)R$ 5,53R$ 4,03

Verificado em 23/set/2026. Fontes: Apple, mudanças no iOS no Brasil, heropay.tech/precos.

Para mil assinantes de um desenvolvedor padrão, o link com Pix custa R$ 4.485 por mês contra R$ 7.774 na compra da Apple: R$ 3.289 a mais na sua margem, todo mês. A leitura honesta: no Programa para Pequenas Empresas, o link com cartão sai só R$ 0,46 mais barato que a própria compra da Apple (R$ 4,03 contra R$ 4,49), uma folga que a conversão perdida no caminho come fácil. E todo link externo tem atrito: o usuário sai do app, e parte desiste no caminho. Link externo compensa quando você empurra o Pix e quando a conversão fora do app se mantém; meça antes de desligar a compra da Apple.

No Android, com o faturamento por escolha do usuário, a conta é parecida em escala menor: numa assinatura em que a taxa do Google Play seja 15%, o alternativo cai para 11% (R$ 3,29 numa assinatura de R$ 29,90) e, com Pix no HeroPay, fica nisso; com cartão, soma R$ 1,04 e chega a R$ 4,33, só R$ 0,16 abaixo dos R$ 4,49 do próprio Google Play, folga que qualquer atrito extra consome.

Como cobrar produto físico ou serviço dentro do app?

A dor em uma frase: você vende comida, corrida, consulta ou aula, e precisa de um checkout que funcione dentro do fluxo do app, com Pix e carteira digital, sem virar um projeto de seis meses.

Aqui não há dúvida de regra. A diretriz 3.1.3(e) da Apple diz que compra de bem físico ou serviço consumido fora do app precisa usar outro meio que não a compra dentro do app, como Apple Pay ou cartão. A política de Pagamentos do Google Play diz que o faturamento do Google não pode ser usado para bens físicos nem para serviços físicos (transporte, limpeza, passagem, academia, delivery, ingresso). Serviço ao vivo de pessoa para pessoa, 1 para 1 (aula particular, consulta, personal), também pode ser cobrado por fora no iOS (3.1.3(d)); serviço ao vivo de um para muitos continua exigindo a compra da Apple.

A feature que resolve: o link de pagamento criado por pedido, com o valor do carrinho, aberto no navegador a partir do app. O checkout traz Pix, cartão em até 12x, Apple Pay, Google Pay e compra 1-click, o que encurta a recompra de quem pede toda semana. Para marketplaces com repasse ao parceiro (restaurante, profissional), veja split de pagamentos.

A conta em reais: um pedido de R$ 80,00.

Pedido de R$ 80,00Comissão da lojaGateway HeroPayTotal
PixR$ 0R$ 0R$ 0
Cartão à vistaR$ 0R$ 2,79R$ 2,79
Cartão em 3xR$ 0R$ 2,79R$ 2,79

Mil pedidos no Pix: R$ 0 de gateway. Os mesmos mil no cartão: R$ 2.792. Um desconto de R$ 2 no Pix ainda sai mais barato que o cartão e empurra o método que não custa nada.

Cartão em 3x com os juros do parcelamento repassados ao comprador (o padrão, absorbs_fees: false). Com absorbs_fees: true, você absorve a taxa de parcelamento de 2,29% para vender sem juros, e o custo total vai a 5,78% da venda (R$ 4,62 num pedido de R$ 80).

Como confirmar o pagamento no app em tempo real?

A dor em uma frase: o usuário paga no navegador ou no app do banco e volta para o seu app, que ainda mostra "aguardando", porque o app tenta adivinhar o pagamento em vez de ser avisado.

A feature que resolve: o webhook assinado. O HeroPay não fala com o celular: fala com o seu servidor. Quando o pagamento é confirmado, spark_payment_confirmed chega na sua rota, assinado no header X-HeroPay-Signature (HMAC SHA-256 do corpo bruto), com retry automático. O servidor marca o pedido como pago e manda um push (APNs no iOS, FCM no Android) ou uma mensagem pelo canal em tempo real que o app já usa. Quando o app volta ao primeiro plano, ele consulta o seu servidor, não a API do HeroPay. Confie no evento, não no polling.

A conta em reais: Pix é o método que mais sofre com confirmação lenta, porque o usuário sai para o app do banco, paga e volta. Um pedido de R$ 80 que fica "aguardando" é um pedido que o usuário tenta de novo, cancela ou reclama no suporte. Com o push disparado pelo webhook, a tela muda quando ele volta, e você não paga por uma segunda tentativa que nunca deveria existir.

Como um aplicativo pluga no HeroPay?

A arquitetura típica tem cinco peças. O app nunca guarda a chave da API.

PeçaOnde rodaO que fazEndpoint / evento
Rota criar-pedidoSeu servidorCalcula o valor, cria o pedido pending e a cobrançaPOST /payment_links (com src = id do pedido)
Abertura do checkoutAppAbre data.offer.url no navegador do sistema, SFSafariViewController (iOS) ou Custom Tabs (Android)nenhum
Rota heropay-webhookSeu servidor, públicaValida a assinatura, marca pago, dispara pushspark_payment_confirmed, payment_pix_created, payment_credit_cart_refused, refunded, chargeback_request
Push e estadoServidor e appAPNs ou FCM avisa; o app relê o pedido no seu servidornenhum (seu backend)
Conciliação e relatório à lojaSeu servidorLista vendas por período para conciliar e, no iOS Brasil, montar o relatório mensal à AppleGET /sales/unitary, GET /sales/recurring, GET /reports/transaction/paid/full_report

A chamada que o seu servidor faz

curl -s -X POST https://api.beta.heropay.tech/payment_links \
  -H "Authorization: Bearer $HEROPAY_API_KEY" \
  -H "Accept: application/vnd.herospark.com; version=1" \
  -H "Content-Type: application/json" \
  -d '{
    "payment_link": {
      "name": "Pedido #4821",
      "description": "2 marmitas + 1 suco",
      "price_cents": 8000,
      "max_installments": 3,
      "absorbs_fees": true,
      "payment_methods": ["pix", "credit_card"],
      "src": "pedido_4821"
    }
  }'

A resposta traz data.offer.url já com ?src=pedido_4821. O app abre essa URL; o src volta em cart.src em todos os webhooks da compra, e o servidor sabe qual pedido liberar.

Registre os eventos que o app precisa

for trigger in spark_payment_confirmed payment_pix_created payment_credit_cart_refused refunded chargeback_request; do
  curl -s -X POST https://api.beta.heropay.tech/webhook \
    -H "Authorization: Bearer $HEROPAY_API_KEY" \
    -H "Accept: application/vnd.herospark.com; version=1" \
    -H "Content-Type: application/json" \
    -d "{\"webhook\":{\"trigger\":\"$trigger\",\"webhook_url\":\"https://api.seuapp.com/heropay-webhook\",\"request_method\":\"post\"}}"
done

payment_pix_created serve para o app mostrar "Pix gerado, pague no app do banco"; payment_credit_cart_refused (com "cart", não "card") traz o motivo em payment_methods.credit_card.refused_message para o app sugerir outro cartão ou o Pix.

Voltar para o app depois do pagamento

Quando o webhook chegar, mande o push com um link universal (iOS) ou App Link (Android) que reabre o app na tela do pedido; na tela de espera, deixe também um botão "Voltar ao app". O que libera é sempre o status gravado pelo webhook, não a volta do usuário.

Evite abrir o checkout numa WebView embutida no app: carteiras digitais e o salto para o app do banco no Pix funcionam melhor no navegador do sistema ou nos navegadores de app (SFSafariViewController e Custom Tabs).

E a "carteira" dentro do app?

Se o seu app tem saldo interno (créditos, moedas, vale-refeição do próprio app), trate como um razão no seu banco: uma linha por movimento, creditada pelo webhook e deduplicada pelo id do pagamento. O padrão completo está em /solucoes/apps-de-ia. Saldo que o usuário pode sacar em reais é outra conversa, com regras do Banco Central para instituições de pagamento: créditos de uso, não resgatáveis em dinheiro, são o caminho mais simples. Confirme com o seu jurídico.

O que o aplicativo NÃO pode fazer, mesmo com o HeroPay

Dito com clareza, conforme as políticas vigentes em 23/set/2026:

  • iPhone, fora do Brasil e dos EUA (e da UE, com regras próprias): vender bem digital (assinatura, moeda de jogo, conteúdo premium, desbloqueio de função) com gateway próprio ou link externo. A diretriz 3.1.1 exige a compra da Apple.
  • iPhone, Brasil: oferta com link para compra no site para menores de 18 anos, e qualquer oferta assim em apps da categoria Kids. Processador alternativo dentro do app sem mostrar a compra da Apple ao mesmo tempo, sem as telas de aviso exigidas e sem a permissão (entitlement) da Apple. E vendas de link externo continuam sujeitas à comissão e ao relatório mensal à Apple, até 15 dias após o fim de cada mês.
  • Android, Brasil: vender bem digital com faturamento próprio sem estar inscrito no faturamento por escolha do usuário (e, nele, sem oferecer o Google Play ao lado), ou com link para o site: o programa de links externos não inclui o Brasil.
  • Qualquer loja: o HeroPay não substitui nem gerencia a compra dentro do app da Apple ou do Google, e não tem SDK nativo de iOS ou Android. A integração é o link aberto no navegador mais o webhook no seu servidor.

Mini-case: um app de aulas particulares com pacotes e assinatura

Fluxo ilustrativo, sem cliente real por trás. Um app conecta alunos a professores de inglês para aulas ao vivo 1 para 1 e também vende uma assinatura de exercícios gravados.

  1. Aulas ao vivo (serviço 1 para 1). Pela diretriz 3.1.3(d), podem ser cobradas por fora no iOS e no Android. O app chama criar-pedido, recebe a URL do checkout e abre no navegador do sistema. A aluna paga R$ 120 no Pix, a R$ 0 de taxa. O webhook chega, o servidor confirma a aula e manda push para aluna e professor.
  2. Assinatura de exercícios (bem digital). No Android, continua no faturamento do Google Play (o dono avalia o programa de escolha do usuário). No iPhone, para usuários adultos no Brasil com iOS 26.5+, o app oferece "Assinar pelo site" ao lado da compra da Apple. Quem escolhe o site paga no Pix Automático; a Apple cobra a comissão de link externo conforme a regra vigente (confira na fonte oficial como ela trata as renovações seguintes); o servidor monta o relatório mensal com GET /sales/recurring.
  3. Recusa. Um cartão é recusado; payment_credit_cart_refused chega com o motivo e o app sugere o Pix na mesma tela.

O que um aplicativo usa do HeroPay

NecessidadeRecurso do HeroPayOnde ler
Cobrar pedido físico ou serviçoLink de pagamento por pedido, com src/link-de-pagamento
Carteiras digitais e Pix no celularCheckout com Apple Pay, Google Pay, Pix e 1-click/checkout, /pix
Confirmação em tempo realWebhook assinado com HMAC e retry/webhooks
Assinatura fora da loja, onde permitidoRecorrência em cartão, boleto e Pix Automático/assinaturas, /pix-automatico
Repasse para parceirosSplit de pagamentos/split-de-pagamentos
Recusa com motivopayment_credit_cart_refused e relatório de recusadas/antifraude
Conciliação e relatório para a AppleLista de vendas e relatórios por períododocs.heropay.tech
Receber o dinheiroSaldo, saques e simulação de antecipação/antecipacao

Perguntas frequentes

Posso usar Pix dentro do meu app da App Store?

Depende do que você vende. Para bem físico ou serviço consumido fora do app (delivery, corrida, consulta, ingresso), sim, e a Apple exige que seja fora da compra dentro do app (diretriz 3.1.3(e)). Para bem digital, no Brasil, desde 18/jun/2026 e no iOS 26.5 ou superior, o app pode levar o usuário a pagar no seu site, onde o Pix entra, com comissão de 15% da Apple (10% para pequenas empresas) sobre vendas feitas até 7 dias após o toque no link. Fora do Brasil e dos EUA, bem digital no iPhone continua exigindo a compra da Apple. Verificado em 23/set/2026.

A Apple ainda cobra 30% no Brasil?

Não na tabela brasileira. Desde 18/jun/2026, pelo acordo com o Cade, a comissão da App Store no Brasil é de 21% sobre bens e serviços digitais, mais 5% de processamento quando a venda passa pela compra da Apple, ou 10% + 5% para o Programa para Pequenas Empresas e para assinaturas depois do primeiro ano. Quem leva o usuário para comprar no site paga 15% (ou 10%) sobre as vendas dos 7 dias após o toque no link. As regras valem para iOS 26.5 ou superior. Fonte: página da Apple "Changes to iOS in Brazil", verificada em 23/set/2026.

Meu app Android pode cobrar fora do Google Play no Brasil?

Para bem físico ou serviço físico, sim: a política do Google Play proíbe usar o faturamento dele nesses casos. Para bem digital, o Google Play exige o faturamento dele, com uma exceção: o faturamento por escolha do usuário, disponível no Brasil para apps que não são jogos, permite oferecer um sistema alternativo ao lado do Google Play, com 4 pontos a menos na taxa de serviço. Link para comprar no site, fora do app, ainda não está disponível no Brasil; o Google anunciou implantação no resto do mundo até 30/set/2027. Verificado em 23/set/2026.

Qual a diferença entre compra dentro do app e pagamento externo?

Compra dentro do app é o sistema de pagamento da própria loja (In-App Purchase da Apple, faturamento do Google Play): a loja processa, fica com a comissão e cuida de reembolso e assinatura. Pagamento externo é qualquer cobrança feita por outro processador, como o HeroPay, seja dentro do app com processador alternativo, seja por um link que abre o seu site. Bem físico e serviço fora do app sempre usam pagamento externo. Para bem digital, o pagamento externo só é permitido nos países e programas em que a loja libera, com as comissões de cada regra.

Como o app sabe que o pagamento foi aprovado?

Pelo seu servidor, avisado por webhook. O HeroPay envia spark_payment_confirmed para a rota que você registrou, assinado no header X-HeroPay-Signature (HMAC SHA-256 do corpo bruto), com retry automático. O servidor valida a assinatura, lê cart.src para achar o pedido, marca como pago e dispara um push pelo APNs ou pelo FCM. Quando o usuário volta ao app, a tela relê o pedido no seu servidor. O app nunca chama a API do HeroPay direto, porque isso exigiria a chave dentro do binário, que qualquer um extrai.

O HeroPay tem SDK para iOS ou Android?

Não. O HeroPay não tem SDK nativo de iOS ou Android: a integração é pela API REST, chamada do seu servidor, com referência aberta em docs.heropay.tech e o llms.txt para ferramentas de IA. Num aplicativo, isso é o desenho certo: a chave fica no servidor, o app abre a URL do checkout no navegador e recebe a confirmação por push. Você não precisa de SDK nativo para aceitar Pix, cartão, Apple Pay e Google Pay, porque o checkout hospedado já traz os quatro. Se o seu app é React Native ou Expo, o fluxo é o mesmo: Linking ou WebBrowser para abrir a URL.

Apple Pay e Google Pay funcionam no checkout aberto pelo app?

O checkout do HeroPay aceita Apple Pay e Google Pay. Para eles aparecerem, abra o checkout no navegador do sistema ou nos navegadores de app (SFSafariViewController no iOS, Custom Tabs no Android), e não numa WebView embutida, onde carteiras digitais costumam ficar indisponíveis. Antes de publicar o app, faça uma compra de teste no sandbox pelo mesmo caminho que o usuário vai usar. Carteira digital reduz a digitação de cartão a um toque, o que pesa mais no celular. O Pix segue como alternativa com QR Code ou código copia e cola.

Preciso pagar comissão à Apple sobre venda de produto físico?

Não. Bem físico e serviço consumido fora do app não pagam comissão à Apple nem ao Google, e as duas lojas exigem que essas vendas usem outro meio de pagamento. Você paga só o gateway: no HeroPay, Pix R$ 0 e cartão 3,49% por transação aprovada. Num pedido de R$ 80, isso é R$ 0 no Pix e R$ 2,79 no cartão. Atenção à fronteira: serviço ao vivo de um para muitos (aula em grupo, live paga) é tratado pela Apple como digital e continua exigindo a compra dentro do app.

Na taxa, sim; no resultado, nem sempre. No Brasil, para um desenvolvedor padrão, uma assinatura de R$ 29,90 custa R$ 7,77 na compra da Apple, R$ 4,49 pelo link com Pix e R$ 5,53 pelo link com cartão no HeroPay. No Programa para Pequenas Empresas, o link com cartão custa R$ 4,03 (10% da Apple mais 3,49%) contra R$ 4,49 na compra da Apple, uma diferença de só R$ 0,46. E todo link externo tira o usuário do app, o que derruba parte da conversão. A regra prática: link externo compensa quando você empurra o Pix e mede que a conversão fora do app se mantém.

E se a regra das lojas mudar de novo?

Vai mudar: só entre 2025 e 2026 houve ordem judicial nos EUA, acordo no Cade e nova estrutura do Google com implantação até 2027. Por isso a arquitetura desta página não depende da regra: o mesmo link de pagamento e o mesmo webhook servem para bem físico hoje e para bem digital onde e quando a loja liberar. Mantenha a compra da loja e o pagamento externo atrás de uma configuração por país e plataforma no seu servidor, e troque o caminho sem publicar versão nova do app. Esta página é reverificada a cada atualização.

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