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Split de pagamentos: cada venda já cai dividida, sem repasse manual

Split de pagamento divide cada venda entre produtor, coprodutor e afiliado na hora do pagamento, por percentual, com Pix, cartão e boleto. Veja como funciona.

Pix, na hora
R$ 0
boleto
R$ 0
cartão em até 12x
3,49%
de mensalidade
R$ 0

Split de pagamento é a divisão automática do valor de uma venda entre várias contas no momento em que o pagamento é processado: o comprador paga uma vez e cada participante (produtor, coprodutor, afiliado, sócio) recebe a própria parte direto no próprio saldo, sem que o dinheiro passe inteiro pela conta de um só para depois ser repassado. Na HeroPay o split roda hoje dentro da plataforma HeroSpark, em Pix, cartão e boleto, com regras por percentual para coprodução e afiliação. Não há taxa extra pelo split: cada venda paga a tarifa normal (Pix R$ 0, boleto R$ 0, cartão 3,49%) e o líquido é dividido. O que ainda não existe é endpoint público de split na API v1; dizemos abaixo exatamente o que dá para fazer hoje e o que está no roadmap.

Resumo

O essencial em 60 segundos

  • Split de pagamento é a divisão de uma única cobrança entre várias contas recebedoras, feita no processamento do pagamento, e não por transferência depois que o dinheiro caiu.
  • Na HeroPay o split funciona hoje via plataforma HeroSpark, nos programas de coprodução (sócios do produto, sem limite de participantes) e de afiliação (comissão por venda indicada, com atribuição por primeiro ou último clique).
  • A regra é percentual: os percentuais de todos os participantes somam exatamente 100% e o percentual incide sobre o valor líquido da venda, depois da tarifa.
  • Vale para Pix, cartão e boleto, e numa assinatura cada renovação repete o mesmo split da cobrança anterior.
  • Existe sempre um responsável pela venda (o produtor): ele fica com a sobra de arredondamento de centavos e é a conta titular da transação.
  • Não há cobrança adicional pelo split; a tarifa da venda é rateada entre os participantes na mesma proporção da divisão.
  • A API v1 da HeroPay não tem endpoint para criar regra de split hoje; valor fixo por participante também não é suportado. A exposição do split pela API está em evolução, sem data definida.

O que é split de pagamento?

Split de pagamento (do inglês split, dividir) é o mecanismo que separa, dentro do próprio gateway, quanto de cada venda pertence a cada participante. Sem split, o fluxo é: o comprador paga, o dinheiro inteiro cai na conta de quem vendeu, e essa pessoa transfere depois a parte do sócio, do afiliado ou do fornecedor. Com split, a divisão acontece na liquidação: cada parte já nasce no saldo de quem é dono dela.

Isso muda três coisas na prática:

  1. Caixa e confiança. Ninguém depende do outro para receber. O coprodutor não precisa cobrar o produtor no fim do mês; o afiliado vê a comissão no próprio saldo.
  2. Conciliação. Cada participante enxerga as vendas e o líquido que são dele, não uma planilha de repasses.
  3. Nota fiscal e imposto. Como a receita já chega separada, cada participante fatura sobre a própria parte. Quem recebe tudo e repassa depois tende a inflar o próprio faturamento (mais sobre isso em Split e tributação).

Split de pagamento para marketplace e plataforma: qual a diferença?

É a mesma mecânica aplicada a modelos de negócio diferentes. Em marketplace, o split divide o pedido entre o lojista (seller) e a plataforma, que fica com a comissão. Em plataforma de infoproduto ou SaaS com parceiros, divide entre produtor, coprodutores e afiliados. Na HeroPay, o split que está no ar hoje foi construído para o segundo caso (coprodução e afiliação sobre um produto ou oferta). Um marketplace com centenas de sellers criando regras dinâmicas por pedido precisa de split por API, que ainda não está publicado na v1.

Como funciona o split na HeroPay?

Do ponto de vista do dinheiro, em quatro passos:

  1. Você cadastra os participantes. No programa de coprodução ou de afiliação do produto, na plataforma HeroSpark, adiciona cada parceiro e o percentual dele. Cada participante precisa ter a própria conta, porque é nela que a parte dele vai cair.
  2. O comprador paga uma vez. Pix, cartão (até 12x) ou boleto, no checkout normal. Se a venda veio por um link de afiliado, a atribuição (primeiro ou último clique, você escolhe no programa) define qual afiliado entra na divisão.
  3. A tarifa sai primeiro, depois o líquido é dividido. Sobre o valor líquido da venda aplica-se o percentual de cada participante. A soma dos percentuais é sempre 100%: o que não é de coprodutor nem de afiliado fica com o produtor, que é o responsável pela venda e também absorve a sobra de arredondamento de centavos. A tarifa é rateada na mesma proporção, para que o relatório e a nota de cada um reflitam a parte dele.
  4. Cada parte entra no saldo do dono. O valor de cada participante fica no saldo da conta dele, segue as regras de liberação daquela conta e é sacado por ele mesmo.

A conta em reais

Uma venda de R$ 1.000 no cartão com um coprodutor de 30%:

EtapaValor
VendaR$ 1.000,00
Tarifa HeroPay (3,49%)R$ 34,90
Líquido a dividirR$ 965,10
Coprodutor (30% do líquido)R$ 289,53
Produtor (70% do líquido)R$ 675,57

A mesma venda no Pix: tarifa R$ 0, líquido R$ 1.000,00, coprodutor R$ 300,00, produtor R$ 700,00. É aqui que Pix a R$ 0 aparece no bolso de todo mundo, não só no do produtor.

Tarifas conforme a tabela de preços, verificado em setembro/2026.

Na prática, por código: o que a API v1 faz com split hoje?

Sendo direto: não existe endpoint de split na API v1 da HeroPay. Não há recurso de recebedor, não há campo split_rules no POST /payment_links e nenhum webhook entrega a divisão por participante. Conferimos a especificação OpenAPI pública em setembro/2026. Não vamos mostrar pseudocódigo de um endpoint que não existe.

O único rastro de split na v1 são campos de leitura que aparecem no registro da assinatura devolvido pelo cancelamento (POST /recurring_payment/cancel): affiliate_fees_cents é o valor destinado ao afiliado e coproduction_fees_cents o destinado à coprodução, em centavos, e os dois vêm null quando não houve divisão (coproductions_fees_cents é um campo alternativo com o mesmo significado). Não é um jeito de consultar split: o cancelamento é irreversível, então não chame esse endpoint só para ler os campos.

O que o split por API vai precisar ter para ser útil a um marketplace: cadastro de recebedor com verificação, regra de split por cobrança no POST /payment_links, eventos de webhook com a parte de cada recebedor e consulta de saldo por recebedor. Essa exposição está em evolução, sem data definida; quando sair, aparece no changelog da documentação.

Enquanto isso, a referência da API e o mapa de funções em /desenvolvedores mostram tudo o que já está publicado.

Por prompt

Se você cola https://heropay.tech/llms.txt na conversa com Claude, ChatGPT, Cursor, Lovable e outros, a ferramenta passa a conhecer a API do HeroPay a partir das docs abertas. Um bom teste é perguntar:

"Com base em https://heropay.tech/llms.txt, dá para criar uma regra de split por API no HeroPay?"

A resposta certa é não: criar ou alterar uma regra de split por código depende de um endpoint que ainda não existe, e a ferramenta não deve inventar um campo split na chamada. Se ela inventar, desconfie do resto do código gerado. Um MCP server oficial está em desenvolvimento; até lá, llms.txt, docs e API REST são o caminho que funciona hoje.

Casos de uso

Infoproduto com coprodução: especialista e gestor de tráfego

Uma especialista cria um curso de R$ 497 e divide com o gestor de tráfego: 60% para ela, 40% para ele. Em 100 vendas no Pix, o líquido é R$ 49.700,00 (tarifa R$ 0): R$ 29.820,00 caem no saldo dela e R$ 19.880,00 no dele, sem transferência entre os dois. Se as mesmas 100 vendas fossem no cartão à vista, a tarifa seria R$ 17,35 por venda (3,49% de R$ 497), o líquido total R$ 47.965,00, e a divisão R$ 28.779,00 e R$ 19.186,00. Cada um emite nota sobre a própria parte.

Programa de afiliados com comissão por venda

Um produtor abre um programa de afiliados privado com 35% de comissão e atribuição por último clique. Uma venda de R$ 297 no boleto (tarifa R$ 0) vinda do link do afiliado divide R$ 103,95 para o afiliado e R$ 193,05 para o produtor. Venda sem link de afiliado não tem divisão: 100% do líquido fica com o produtor. O afiliado acompanha e saca a comissão pela própria conta.

Assinatura com sócio

Uma comunidade de R$ 79/mês tem dois sócios meio a meio. Cada renovação repete o split da cobrança anterior, então todo mês, no Pix, R$ 39,50 caem para cada um sem ninguém refazer conta. Se o preço da assinatura mudar, a divisão é recalculada com os mesmos percentuais sobre o novo valor. Veja assinaturas e Pix Automático.

Split de pagamento e tributação: quem emite nota sobre o quê?

É a parte que a maioria dos conteúdos sobre split pula. Duas regras práticas (não substituem seu contador):

  • Coprodutor emite nota sobre a própria parte. Se o produto vendeu R$ 100 mil e você ficou com 60%, sua receita é R$ 60 mil e o coprodutor emite sobre os R$ 40 mil dele. Um só emitindo sobre o valor cheio e repassando depois infla o faturamento dele, o que pode empurrar a empresa para uma faixa mais cara do Simples Nacional ou estourar o teto do MEI.
  • Afiliado emite sobre a comissão. O afiliado presta serviço de intermediação e fatura a comissão; o produtor fatura a venda e trata a comissão como despesa. Coprodutor e afiliado não são a mesma coisa para o fisco.

O split resolve a mecânica do dinheiro. O acordo entre os participantes (percentuais, responsabilidades e o que acontece em reembolso) continua sendo um contrato, e vale assinar antes de a primeira venda acontecer. Para se aprofundar, o Guia fiscal do infoprodutor da HeroSpark resume os pontos com fonte legal.

Não confunda com o "split payment" da reforma tributária

"Split payment" também é o nome do mecanismo da reforma tributária em que o banco ou o meio de pagamento retém a CBS e o IBS no momento do pagamento e envia direto ao fisco. É outra coisa: o split de pagamento comercial divide a venda entre sócios e parceiros; o split payment tributário separa o imposto. Segundo o regulamento noticiado em abril/2026, o split payment tributário estreia em 2027 de forma opcional, restrito a operações entre empresas e começando por Pix, boleto e transferências, com cartão fora da primeira fase (Finsiders, 30/abr/2026). O calendário vem sendo revisado; confira a fonte oficial antes de planejar.

Como outros gateways documentam o split

Para quem está escolhendo onde construir. Verificado em setembro/2026 nas documentações oficiais.

HeroPayAsaasPagar.meiugu
Split por APINão (roadmap)SimSimSim (plano Marketplace)
Split por percentualSim, via plataformaSimSimSim
Split por valor fixoNãoSim, combinável com percentualSimSim
Base do cálculoLíquido da vendaLíquido da cobrança (netValue)Conforme regraValor da fatura
Quem é o responsávelProdutor (um único)Conta emissoraConfigurável (liable, charge_processing_fee)Conta que cria a transação
Coprodução e afiliados prontosSim, com atribuição por cliqueNão (você modela)Não (você modela)Não (você modela)
Pix e boleto sem tarifaSim (R$ 0)NãoSob consultaSob consulta

Fontes: Asaas, split de pagamento · Asaas, dúvidas de split · Pagar.me, split · Pagar.me v1, dividindo uma transação · iugu, split de pagamento. Tarifas do Asaas conforme asaas.com/precos-e-taxas. A iugu não publica tabela aberta; o Pagar.me publica o plano Essencial em pagar.me/ofertas, mas o plano Flex, onde vive o split, segue sob consulta.

Onde os outros são melhores hoje: se você é um marketplace que precisa criar recebedores e regras de split por API, pedido a pedido, Asaas, Pagar.me e iugu já entregam isso e a HeroPay ainda não. Onde a HeroPay é melhor: se o seu split é coprodução e afiliação sobre produto digital, você não precisa programar nada: atribuição por clique, divisão sobre o líquido, renovação de assinatura com o mesmo split e Pix e boleto a R$ 0.

Limites e regras honestas

  • Sem endpoint na API v1. Split só é configurado pela plataforma HeroSpark, em programas de coprodução e afiliação. A exposição pela API está em evolução, sem data.
  • Só percentual. Não há regra por valor fixo por participante.
  • Soma exata de 100%. Percentuais negativos não são aceitos e a soma de todos os participantes precisa fechar em 100%; o produtor fica com o restante.
  • Um único responsável por venda. O produtor é a conta titular e absorve a sobra de centavos do arredondamento.
  • Percentual sobre o líquido. A divisão é feita depois da tarifa, não sobre o valor bruto. Negocie com o sócio sabendo disso.
  • Estorno sai de cada um. No reembolso, cada participante devolve a própria parte, e o estorno só é processado se o saldo de cada participante cobrir a parte dele. Combine isso no contrato.
  • Prazo de liberação. O valor de cada participante segue as regras de liberação da conta dele.
  • Chargeback. A regra de rateio de chargeback entre participantes ainda não está publicada. Combine no contrato quem arca com uma contestação.

Perguntas frequentes sobre split de pagamento

O que é split de pagamento?

Split de pagamento é a divisão automática do valor de uma venda entre várias contas recebedoras no momento em que o pagamento é processado. O comprador paga uma vez, e cada participante (produtor, coprodutor, afiliado, sócio ou, num marketplace, lojista e plataforma) recebe a própria parte direto no próprio saldo. A diferença para o repasse manual é que o dinheiro nunca passa inteiro pela conta de uma só pessoa: isso elimina o acerto de contas no fim do mês, simplifica a conciliação e permite que cada participante emita nota apenas sobre a parte que realmente recebeu.

Como funciona o split de pagamento na HeroPay?

Hoje o split funciona pela plataforma HeroSpark, em programas de coprodução e de afiliação. Você cadastra os participantes e os percentuais; na venda, a tarifa sai primeiro e o valor líquido é dividido pelos percentuais, que somam 100%. O produtor é o responsável pela venda e fica com o restante e com a sobra de centavos. Cada parte cai no saldo do participante, que saca pela própria conta. Funciona em Pix, cartão e boleto, e em assinatura cada renovação repete o split.

A API da HeroPay tem endpoint de split?

Não, ainda não. A especificação OpenAPI da v1, conferida em setembro/2026, não tem recurso de recebedor nem campo de regra de split no link de pagamento. O que a v1 expõe são campos de leitura na resposta de assinatura (affiliate_fees_cents e coproduction_fees_cents) que mostram quanto foi para afiliado e para coprodução. Se o seu produto depende de criar regras de split por código, pedido a pedido, a HeroPay ainda não atende esse caso; acompanhe o changelog da documentação.

Quanto custa o split de pagamento?

Não há tarifa pelo split em si. Cada venda paga a tarifa normal da HeroPay (Pix R$ 0, boleto R$ 0, cartão 3,49% por transação aprovada, em até 12x) e o líquido é dividido. A tarifa é rateada entre os participantes na mesma proporção da divisão. Numa venda de R$ 1.000 no cartão com coprodutor de 30%, a tarifa é R$ 34,90, o líquido R$ 965,10, o coprodutor recebe R$ 289,53 e o produtor R$ 675,57. No Pix, a mesma venda divide R$ 1.000 inteiros. Detalhes em /precos.

O split é calculado sobre o valor bruto ou líquido?

Sobre o líquido, depois da tarifa. Isso é o padrão de mercado em boa parte dos gateways (o Asaas, por exemplo, também calcula o percentual sobre o netValue da cobrança) e tem consequência direta na negociação com o sócio: 50% do líquido é menos que 50% do bruto. Com Pix e boleto a R$ 0 na HeroPay, bruto e líquido coincidem nesses métodos, e a diferença só aparece no cartão. Ao fechar a coprodução, deixe escrito no contrato qual é a base.

Dá para fazer split com valor fixo em vez de percentual?

Não na HeroPay hoje. As regras de split são sempre percentuais, com soma exata de 100% entre os participantes. Se você precisa pagar um valor fixo por venda a um parceiro (por exemplo, R$ 10 por pedido para a plataforma), é preciso converter em percentual por oferta ou tratar fora do split. Asaas, Pagar.me e iugu documentam split por valor fixo na API, o que pode ser decisivo para um marketplace com comissão fixa por pedido.

Qual a diferença entre coprodutor e afiliado no split?

O coprodutor é sócio do produto: recebe um percentual de todas as vendas daquele produto, venha a venda de onde vier. O afiliado é um divulgador: recebe comissão só nas vendas que chegaram pelo link dele, com atribuição por primeiro ou último clique conforme o programa. No fisco também são diferentes: o coprodutor emite nota sobre a parte da receita dele, e o afiliado emite sobre a comissão como serviço de intermediação. Na HeroSpark a coprodução não tem limite de participantes e o programa de afiliados é privado, por produto.

O split funciona em Pix, boleto e assinatura?

Sim. O split vale para Pix, cartão e boleto, com a mesma regra percentual. Em assinatura, cada nova cobrança copia o split da cobrança anterior; se o valor da assinatura muda, a divisão é recalculada com os mesmos percentuais sobre o valor novo. Isso vale também para renovações por Pix Automático. Na prática, uma sociedade meio a meio numa comunidade de R$ 79/mês divide R$ 39,50 para cada sócio em toda renovação no Pix, sem ninguém refazer a conta.

O que acontece com o split quando há estorno?

Cada participante devolve a própria parte. O estorno é validado contra o saldo de todos os envolvidos: se algum participante não tiver saldo suficiente para cobrir a parte dele, o estorno não é processado até que haja. Por isso o contrato de coprodução deve prever o que acontece em reembolso, especialmente se um dos sócios costuma sacar tudo assim que o dinheiro libera. A regra de rateio de chargeback entre participantes ainda está sendo documentada.

Quem emite nota fiscal numa venda com split?

Cada participante emite sobre o que recebeu. Na coprodução, você emite sobre a sua parte da receita e o coprodutor sobre a dele; um só emitindo sobre o valor cheio infla o faturamento e pode mudar a faixa do Simples ou estourar o teto do MEI. O afiliado emite sobre a comissão (serviço de intermediação) e o produtor trata essa comissão como despesa. O split facilita isso porque a receita já chega separada no saldo de cada um. Confirme o enquadramento com seu contador.

Split de pagamento é a mesma coisa que o split payment da reforma tributária?

Não. O split de pagamento comercial divide uma venda entre sócios, parceiros ou lojistas. O split payment da reforma tributária retém a CBS e o IBS no momento do pagamento e envia direto ao fisco, sem passar pelo caixa da empresa. Pelo regulamento noticiado em abril/2026, ele estreia em 2027 de forma opcional, restrito a operações entre empresas e começando por Pix, boleto e transferências. Os dois podem coexistir na mesma venda, mas resolvem problemas diferentes.

A HeroPay serve para marketplace com vários vendedores?

Para marketplace clássico, com dezenas ou centenas de lojistas e regras de split criadas por pedido via API, ainda não: falta o endpoint de split e de cadastro de recebedores na v1. Para plataforma com parceiros fixos por produto (coprodução, afiliados, sócios de uma assinatura), sim, e sem escrever código. Se você está desenhando um marketplace agora, use o sandbox para validar o resto da integração e acompanhe o changelog; comparamos opções em /melhores-gateways-de-pagamento.

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